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PAC saneamento tem obra parada na capital

PAC saneamento tem obra parada na capital

Jornal da Paraíba
30/05/2014

O Instituto Trata Brasil divulgou ontem o quinto monitoramento sobre as obras do Plano de Aceleração do Crescimento de Saneamento (PAC). O período de análise vai de 2009 a dezembro de 2013. Foram pesquisados empreendimentos de municípios com população superior a 500 mil habitantes, entre eles, João Pessoa. A pesquisa apontou que uma obra executada pelo governo do Estado, na capital, não foi sequer iniciada e a outra está paralisada. O secretário estadual do PAC, João Azevedo, disse que os dados estão desatualizados.

A obra apontada como não iniciada pelo instituto é a ampliação do sistema de abastecimento de água da estação de tratamento de Gramame, envolvendo subadutoras. A assinatura do contrato é de outubro de 2011 com investimentos no valor de R$ 27,4 milhões. O instituto também revela que a obra de implantação do sistema de abastecimento de água no Loteamento Recreio parou quando chegou a 89% da execução dos serviços. O valor do empreendimento ultrapassa R$ 3 milhões.

Ainda de acordo com o Trata Brasil, quatro obras do PAC Saneamento já foram concluídas em João Pessoa. São as ampliações dos sistemas de abastecimento de água do Bessa (R$ 5,8 milhões); Valentina Figueiredo (R$ 3 milhões); anéis de distribuição do Valentina Figueiredo (R$ 3,4 milhões); e Praia do Seixas e Penha (R$ 526 mil).

O secretário do PAC, João Azevedo, disse que os dados da pesquisa são de 2013, logo estão desatualizados. Ele afirmou que a ampliação do sistema de abastecimento de água da estação de tratamento de Gramame, com subadutoras, já foi iniciada e que a primeira parte será inaugurada nas próximas semanas. Quanto ao sistema de abastecimento de água no Loteamento Recreio, os serviços já foram retomados e serão concluídos em breve.

Em todo o país, de acordo com o Trata Brasil, apesar do avanço na execução de obras do PAC Saneamento, 58% dos projetos de esgoto estão em situação inadequada em relação ao cronograma. A pesquisa revela que, desse total, 23% das obras estão paralisadas, 22% atrasadas e 13% não foram iniciadas.

Nesta edição, além de obras de esgoto, foram incluídos também os projetos relacionados a água. No final do ano passado, esse segmento, com um total de 70 obras, contava com 27% de obras concluídas, 21% com andamento normal, 16% paralisadas, 26% atrasadas e 9% não iniciadas.

'As obras concluídas vêm aumentando. Se a gente pegar as obras mais antigas, um quarto delas estão concluídas. Não é muito, considerando que são contratos assinados entre 2007 e 2008, mas já é um avanço', avaliou Édison Carlos, presidente executivo do Trata Brasil.

 

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